Quando era pequena, lia tudo que tinha oportunidade. Lembro-me de meu pai, impressionado, comentar: “pra um bom leitor até bula de remédio serve”. Me achei o máximo. Era o tipo de garota que ostentava os livros lidos, e lembro como meu primeiro livro de “gente grande” foi um thriller do Joe Hill, que guardo até hoje com muito carinho na estante. Como nunca fui muito fã de outras pessoas, preferia ficar no meu canto lendo. E, como minha família não incentivava-me muito no campo da literatura, dava um jeito de

Para alguns mais um dia, para os mais supersticiosos uma armadilha. Mas venhamos e convenhamos, você sabe porque surgiu o medo pela Sexta-feira 13?! O número 13 é considerado de má sorte. Na numerologia o número 12 é considerado algo completo, como por exemplo: 12 meses no ano, 12 tribos de Israel, 12 apóstolos de Jesus ou 12 signos do zodíaco. Já o 13 é considerado um número irregular, sinal de infortúnio. A sexta-feira foi o dia em que Jesus foi crucificado e também é considerado um dia de azar.

Imagem por http://thiagonasc.com/ Um dia eu vou cansar de falar sobre legibilidade aqui no blog, mas esse dia não é hoje. Se assim como eu, você lê muito post por aí de “dicas para blogueiros”, com certeza já se deparou com a regra do texto justificado. Fica mais organizado, eles dizem. Fica mais bonito. Dá um ar profissional. Hmmm… Tudo bem que textos justificados estão presentes na maioria das nossas leituras. Os encontramos em revistas, jornais, livros e quantos outros impressos conseguirmos listar. Contudo, profissionais da área afirmam – profissionais de

Atenção: o texto abaixo contém palavras fortes e que podem ferir egos mais frágeis. Felizmente, eu não me importo. Se você acha ruim, a porta da rua é serventia da casa. Não serão aceitos comentários machistas, misóginos ou hate. Não perca seu tempo me xingando, vai entrar pro mural de prints. 🙂 Tenho 22 anos e os jogos estiveram na minha vida desde que me entendo por gente. Não, nunca ganhei um console, não zerei Mario no meu Nintendo 64. Videogame não era coisa de garota, preferiam me dar bonecas. Todo

Além do K-pop, outra grande indústria da Coreia do Sul é a de séries de TV. Os chamados K-dramas ou apenas doramas seriam as novelas coreanas, compostas de 16 a 20 episódios com duração de uma hora cada. Claro que há doramas com menos capítulos e tempo [com até 20 minutos], e aqueles que passam de 25 episódios – mas esses são exceções. Outro atrativo dos seriados é a presença de ídolos do K-pop atuando em papeis importantes – muitas vezes como protagonistas ou personagens secundários. De todos os gêneros

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