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Livros

Quando pensei em fazer um post com book haul dos livros comprados, pensei em fazer apenas em trimestres. Acreditava, a iludida aqui, que comprava muito poucos livros para fazer um post todo mês. Eu não sei se perdi o controle de mim ou se eu realmente sempre comprei tantos, mas a lista tá grande. Prometo a partir de abril trazer o Book Haul mensalmente, no máximo bimestral. Que tal conhecer minhas próximas leituras e resenhas aqui pro blog? Todas as sinopses foram tiradas do Skoob. Clique nos links do título para ir

Medo, choque, desconforto e nojo são características sempre atribuídas ao gênero do terror, mas poucos sabem que também são características do horror, um gênero pouco conhecido e sempre confundido com o citado anteriormente. Os cemitérios, as trevas, os fantasmas, os seres monstruosos e, mais atualmente, os fracassos e os mistérios da ciência são os elementos principais do horror. Foi por intermédio da literatura gótica que o horror começou a ser pregado, mas foi com Edgar Allan Poe que o mundo foi apresentado ao horror visível, com acontecimentos espantosos, porém definíveis como os contos

Não sou a maior entusiasta do carnaval não. É calor, é gente soada, bêbada, música alta e bagunça demais pro meu coraçãozinho. Contudo, não posso dizer que não curto o feriado prolongado, não é verdade? São cinco dias sem faculdade (não literalmente mas vamos nos iludir) e sem trabalho. Muitas horas a mais para fazer coisas que amamos. Alguns querem pular carnaval, eu resolvi me promover uma pequena maratona literária de carnaval, já que em fevereiro li bem menos que em janeiro por causa da faculdade e seu 2016.2 eterno.

Ligar os pontos. Minha mãe dizia que olhar as estrelas tinha a ver com isso. Lá em cima é como aqui embaixo, Jackie. Você precisa procurar as coisas que nos conectam. Encontrar os jeitos com que nossos caminhos se cruzam, nossas vidas se interceptam e nossos corações se encontram. Me sinto incapaz de começar essa resenha de outra maneira. Na verdade, pra qualquer lado que eu olhe é difícil começar essa resenha, pois os sentimentos que Em algum lugar nas estrelas me despertou são difíceis de exprimir em palavras. Terminei a

Quando era pequena, lia tudo que tinha oportunidade. Lembro-me de meu pai, impressionado, comentar: “pra um bom leitor até bula de remédio serve”. Me achei o máximo. Era o tipo de garota que ostentava os livros lidos, e lembro como meu primeiro livro de “gente grande” foi um thriller do Joe Hill, que guardo até hoje com muito carinho na estante. Como nunca fui muito fã de outras pessoas, preferia ficar no meu canto lendo. E, como minha família não incentivava-me muito no campo da literatura, dava um jeito de

Sempre reclamei bastante do fato de que tive que praticamente parar de ler por conta da universidade. Era sempre tanto conteúdo acadêmico para estudar que no meu tempo livre o que eu menos queria fazer era pegar noutro livro. Foi nessa época que joguei horrores, e virei uma dessas viciadas em séries. Porém isso não significa que nunca mais li nada. Na verdade, sempre que rolava as férias – ou no caso as greves, que eu vi mais do que férias regulares -, corria atrás de alguma leitura. Não abandonei meu

Sempre tive uma curiosidade mórbida em assuntos envolvendo a mortalidade, tendo até participado de uma exposição de arte cemiterial durante uma viagem turística no começo do ano em Salvador (uma das experiências mais inusitadas da minha vida), e quando me deparei com esse livro, lendo seu slogan “Um livro para quem planeja morrer um dia”, foi uma decisão de compra imediata. Aceitar a morte não quer dizer que você não vai ficar arrasado quando alguém que você ama morrer. Quer dizer que você vai ser capaz de se concentrar na sua

Marina me disse um dia que a gente só se lembra do que nunca aconteceu. Com isso ela também poderia ter dito o que Zafón complementou em outro livro dele, que as pessoas que pensamos amar são apenas sombras na alma de um estranho. Ou talvez, parafraseando mais uma de suas obras, que a pessoa que a gente vê nada mais é que um personagem oco, e a verdade se esconde sempre na ficção. Ela nunca falou de alguém pelo nome, Zafón disse pela boca de outro personagem seu, e

Nome: Tony & Susan Original: Tony and Susan Autor: Austin Wright Gênero: Ficção, romance Páginas: 336 Editora: Intrínseca Sinopse: Há vinte e cinco anos, Susan Morrow deixou Edward Sheffield, seu primeiro marido. Certo dia, instalada confortavelmente na casa em que mora, com os filhos e o segundo marido, inesperadamente ela recebe, pelo correio, um embrulho que contém o manuscrito do primeiro romance escrito por Edward. Ele lhe pede que leia seu livro: Susan sempre foi sua melhor crítica, justifica. Tony e Susan, de Austin Wright, publicado originalmente nos Estados Unidos

Nome: As Luzes de Setembro Original: Las Luces de Septiembre Autor: Carlos Ruiz Zafón Gênero: Ficção, romance Páginas: 232 Editora: SUMA das letras Sinopse: Durante o verão de 1937, Simone Sauvelle fica de repente viúva e abandona Paris junto com os filhos, Irene e Dorian. Eles se mudam para uma cidadezinha no litoral da Normandia, e Simone começa a trabalhar como governanta para Lazarus Jann, um fabricante de brinquedos que mora na mansão Cravenmoore com a esposa doente. Tudo parece caminhar bem. Lazarus demonstra ser um homem agradável, trata com

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