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TV & Cinema

Uma das minhas metas do ano era ler mais livros de Neil Gaiman. Apesar de conhecer seus quadrinhos, pouco sabia de seus livros.Dentre todos os seus livros, Deuses Americanos foi o que mais ouvi falar. Eu precisava ler, eles diziam. Contudo, por o livro ter um preço um pouco salgado, posterguei a compra até o dia que fiquei sabendo da série. E Deuses Americanos é um livro estranho. É um livro muito bom, mas é um livro estranho. E, talvez exatamente por isso, nestes dois primeiros episódios da série lançada pela

Ontem a Netflix finalmente soltou a segunda temporada de Sense8 e o fandom foi à loucura. Maratonei com meus amigos no mesmo dia e estamos tremendo. Colega, sentimos o impacto. Que sensacional. Sendo uma das minhas séries favoritas, me senti na obrigação de tentar te convencer a amar também. 1. A série é totalmente sobre empatia O conceito de ser um sensate é exatamente ter um grupo que sente absolutamente tudo que você. A série é totalmente sobre relações intrapessoais e se conectar com outra pessoa. Medo. Amor. Prazer. Tristeza. Tudo aquilo

Você já imaginou acabar com a sua vida? Considerou-se capaz de listar todos os motivos para fazê-lo? Já se desesperou por ser incapaz de sentir qualquer coisa? Ou até mesmo questionou qual o objetivo da sua existência? Eu já. Raiva. Desespero. Dor. E então um grande nada. É como se no meio de todo o turbilhão você tivesse chego em um grande lago de água parada. Você sente a pressão nos seus ouvidos e tudo que escuta parece muito distante. É como se tivesse correntes amarradas nos seus pés te puxando

Esse post não é uma resenha. Se você veio aqui achando que ia me ver analisar e contar minhas impressões sobre o filme, está enganado. Esse post é sobre pessoas, e tudo que há de pior nelas. Fui ao cinema assistir Logan na sexta-feira, um dia depois da estréia. O cinema estava lotado de gente sem educação. Tinha uns conversando lá atrás, outros mexendo no celular e xingando e caçando briga quando reclamaram. Tava sensacional. Mas não é esse o ponto do post. O ponto é que Logan é um filme

Tava visitando o blog da Clayci lá do Sai da minha lente quando li o post dela sobre crushes das séries. Comecei a ler naquela nossa, acho que não tenho nenhum… Quando eu vi minha lista não parava de crescer. E uma coisa que notei é que eu tenho muito mais crush femininos do que masculinos. É sério. Tem umas mulheres nas séries que eu fico MEU SHEN LONG CASA COMIGO. Foi nessa vibe que eu resolvi trazer pra vocês a versão feminina do post da Clay: com as minhas 5 crushes das

Além do K-pop, outra grande indústria da Coreia do Sul é a de séries de TV. Os chamados K-dramas ou apenas doramas seriam as novelas coreanas, compostas de 16 a 20 episódios com duração de uma hora cada. Claro que há doramas com menos capítulos e tempo [com até 20 minutos], e aqueles que passam de 25 episódios – mas esses são exceções. Outro atrativo dos seriados é a presença de ídolos do K-pop atuando em papeis importantes – muitas vezes como protagonistas ou personagens secundários. De todos os gêneros

Já que estamos em clima de dia das crianças, resolvi fazer um post para todos aqueles adultos que escutam por aí que ainda “são crianças porque ficam assistindo desenho japonês” e juntei três animes com uma temática mais madura que você pode confortavelmente encontrar na lista do seu Netflix. Porque nem todo anime é para crianças e sabemos disso muito bem. Para agradar todos os públicos, escolhi três animações com temáticas bem diferenciadas e todas valem muito a pena de seu jeito particular, além de dar algumas informações técnicas sobre a animação, também deixei minha

Westworld caiu no meu colo por acaso, enquanto procurava na TV algo para assistir. A nova série de ficção científica da HBO, que estreou dia 02 de outubro, tem uma proposta perturbadora. Ambientada num parque temático adulto de faroeste chamado Westworld, a história é baseada no filme de 1973 Westworld – Onde ninguém tem alma. Este parque temático funciona como um universo paralelo habitado por robôs que não fazem ideia da natureza de sua realidade e seguem a vida como se fossem humanos reais, nesta pequena cidade eles servem como “anfitriões”