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Conto – A Última Noite de Inverno – Parte 5. (Final)


Diclaimer: Os personagens e a história são de minha total autoria, a musica é da cantora Nelly Furtado, todos os direitos reservados.

Conto – A Última Noite de Inverno – Parte 5. (Final)

“And the sky was falling and the clouds were dropping

and the the rain forgot how to bring salvation”

“E o céu estava caindo e as nuvens estavam pingando e a chuva, Desceu para trazer salvação”

Levantei-me quando o relógio badalou meia noite e o último dia de inverno estava oficialmente começando. Estava na hora de fazer o que eu tinha que fazer.

Caminhei lentamente até o interior da casa e entrei em um dos quartos. O antigo quarto de papai e de certa forma meu, já que nas noites muito frias de inverno dormíamos naquela enorme cama de casal abraçados tentando nos aquecer.

Abri o maleiro do guarda roupa e para chegar até ele tive de subir em uma escrivaninha ao lado da cama, se não, não alcançava. Era impressionante como tudo estava no seu devido lugar, como ninguém tinha entrado ali nem para roubar nada. Com um pouco de esforço consegui pegar a caixa aveludada, desci do móvel cambaleando muito, de uma forma desajeitada e engraçada, por pouco não caí.

Fui em direção ao banheiro que ficava no corredor e puis a banheira para encher, deixando na água fria mesmo. Saí de lá e me sentei novamente na poltrona, depositei a caixa aveludada no colo sorrindo de canto. Passei a mão pela tampa delicadamente e a abri fazendo com que o brilho da lua nova iluminasse o objeto de metal.

O peguei cuidadosamente para não me cortar, era uma adaga belíssima, ou sai como muitos preferem chamá-la. Era totalmente de aço inox – aqueles que se usam em cirurgias e que não enferrujam – a lâmina não era comprida, porém um pouco larga e muito afiada. O punho era recoberto de pedras, rubis e jades além de ametistas. Aquilo valia ouro, mas meu pai nunca o venderia e eu também.

Coloquei-a novamente na caixa e deixei a tampa aberta. Levantei da poltrona e comecei a me despir até o ponto em que fiquei apenas com o leve tecido da calcinha e que meus dentes batiam fortemente, andei de volta ao acento pegando meu precioso brinquedo.

“And the dogs were barking at the new moon Whistling a new tune Hoping it would come soon so that they could die”

“E os cachorros estavam latindo para a lua nova Assoviando uma musica nova esperando que chegasse Rápido para que eles pudessem morrer”

Com o objeto em mãos e praticamente nua me dirigi a porta para abri-la, foi o que fiz. Quando o vento frio bateu em meus cabelos negros me arrepiei por completo e os dentes começaram a bater com fúria. Dei um passo. Depois outro. Andei até estar pisando na neve e respirando com dificuldade, parecia que eu estava respirando o ar em seu estado sólido de tão pesado.

Levantei a adaga e o brilho da lua cintilou em uma de suas extremidades, sorri. Virei o pulso para cima e em um movimento rápido puxei o objeto metálico ao seu encontro, fazendo um corte profundo. Mordi o lábio inferior para abafar um grito de dor.

O sangue começou a escorrer e cair na neve, manchando-a de um vermelho escuro quase preto. Deixei com que pingasse e fui entrando lentamente em casa, deixando uma trilha de sangue por onde quer que passasse, ao longe ouvi os lobos uivarem, era exatamente o que eu queria.

Meu rosto se contorcia com dor, porém meus olhos brilhavam. Um brilho doentio e enigmático. Comecei a andar em direção à banheira.

Cheguei ao local meio que cambaleando devido à perda de sangue. Aproximei-me da banheira e comecei a entrar nela. Encolhi o corpo ao sentir a água extremamente gelada. Deitei lentamente na mesma com o pulso ensangüentado para fora, estava sorrindo. Fiquei em silêncio até que minha vista começou a ficar pesada; o sofrido e doloroso latejar do pulso cortado eu quase não sentia mais, e por causa disso eu já sabia que estava morrendo.

Na ultima força que tive consegui abrir os olhos pela ultima vez e vi ali me olhando da porta uma matilha inteira de lobos, com seus olhos demoníacos e seus dentes a mostra, o que pude demonstrar fora um sorriso de canto e depois tudo escureceu. —

– Papai, porque o senhor gosta tanto do inverno? – Perguntou uma garotinha no colo do pai, o olhando carinhosamente.

O homem por sua vez a olhou sorrindo e se pôs a explicar:

– Sabe o porquê minha querida? – ela afirmou negativamente com a cabeça – Por que tudo que começa no inverno termina nele mesmo, mesmo que seja no inverno do outro ano, a magia está em onde quer que você olhe, a misticidade desta estação é deslumbrante.

– Não entendi. – A pequenina o cortou, totalmente confusa.

Ele sorriu e a tirou do colo, olhou-a nos olhos afagando seus cabelos em um cafuné nada sutil, ela bufou.

– Você é muito nova para entender essas coisas, quem sabe quando crescer. – Ele sorriu e indicou o jogo no tapete felpudo. – Agora vamos terminar o nosso jogo, está bem?

A menina correu para o tapete esquecendo todo aquele assunto de magia e da estação fria, voltou a brincar, como toda criança deve fazer em uma noite fria de inverno

"Essas feridas parecem não querer cicatrizar

Essa dor é muito real

Isso é simplesmente muito mais do que o tempo não pode apagar"

(My Immortal – Evanescence)


/Fim

Eu disse que ia ser super trágico. Espero que não tenham ficado muito assustados. Quanto a letra do Evanescence, essa musica é a minha trilha sonora… a letra é super triste.

Me digam o que acharam.

Pra você que me ama.

Gossip Girl.

Y

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A porta da rua é a serventia da casa

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Férias de Verão


Alguns vão para a praia, outros até saem do país. Eu conheço pessoas que fazem isso. Mas e quem não tem condições? Quem mora em uma cidade totalmente isolada e sem praia ou qualquer outro modo de se divertir nas férias? É assim que são as minhas férias. Paradas, imóveis.

As férias de verão aqui do interior do MS, nesta pequena e pacata cidade denomidada Coxim, mas especificadamente na minha casa se resumem em duas coisas: Dar uma de babá para empregadas – as malditas têem costume de saírem nessa época – e mofar na frente de um computador. Não que eu realmente mofe, mas 5 horas do meu dia eu fico na frente dele.

Algumas reuniões com amigos e um almoço na fazenda até que rola, mas são tão raros quanto no periodo letivo. Nem no rio dá para ir, é época de cheia! E quanto aos outros que estão até com pouca água, tem mais xixi do que areia dentro, então, sem condições.

Nós aqui do interior fazemos o que podemos para tornar nossas férias produtivas, porém é complicado. Mas como diz o ditado:

'Quem não tem cão, caça com gato.'

Tema Blokurtando – Carnaval.

Pra você que me ama.
Gossip Girl.

Y

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Conto – A Última Noite de Inverno – Parte 4.

Disclaimer: Os personagens e a história deste conto são de minha total autoria. A música "All Good Things (Come to an And) é da Nelly Furtado, todos os direitos reservados.

Conto – A Última Noite de Inverno – Parte 4.

“When the dogs were barking at the new moon
Whistling a new tune
Hoping it would come soon”

“Quando os cachorros estavam latindo para a lua nova,
Assoviando uma musica nova
Esperando que chegasse logo”

Por ter vivido boa parte da minha vida dentro de uma redoma de vidro, sempre fui muito ingênua para as malicias do mundo, para as malicias dos homens…

Carlos, um dos meus antigos colegas de classe ficava me olhando de uma maneira estranha onde quer que nos encontrássemos. Ele já não falava mais comigo, porém mesmo assim me olhava daquele jeito que me deixava constrangida, com um sorriso indecifrável nos lábios.

Rafael não gostava dele, isso era visível em seu semblante, além de que sempre estavam brigando. Eu defendia Carlos dizendo a ele que estava exagerando. A única coisa que ele fazia era me pegar pelos ombros, sacudindo-me levemente dizendo, quase aos berros, que as intenções do rapaz comigo não eram boas e que ele apenas queria me defender. Mesmo com 17 anos eu não sabia nada sobre essas segundas intenções da parte do Carlos.

Duas semanas depois enquanto eu voltava para casa, (desta vez sozinha já que o Rafael teve de ficar na escola um pouco mais) Carlos apareceu com mais quatro amigos e veio com uma conversa estranha para cima de mim; eu estranhei e tentei correr para casa, mas eles me seguraram e começaram a me agarrar. Comecei a gritar imediatamente, todavia eles não paravam. Para solucionar o problema eles taparam a minha boca e me arrastaram para um beco sujo e escuro, me prensando em uma parede molhada e viscosa, fedendo a infiltração.

Quando eles já terminavam de tirar a minha blusa Rafael apareceu, só que ele estava sozinho, portanto em desvantagem. Eles começaram a brigar e meu amigo apanhava, mas eu não queria que isso acontecesse só que mesmo assim não conseguia fazer nada.

Sentada e estática observava a tudo aquilo chorando em silêncio. Quando o susto já tinha, de certa forma sumido, eu resolvi agir.

Posicionei a minha mão como apoio para me levantar e acabei me cortando com algo pontiagudo, ao invés de exclamar com dor, sorri. Virei o rosto e me deparei com uma afiada lâmina de vidro, meu sorriso se alargou e instantaneamente a agarrei com força como se ela fosse fugir sem me importar se o sangue já caía das minhas mãos e escorria em direção ao antebraço.

Levantei-me em um pulo, andando com cautela para não me notarem e quando já estava perto o suficiente me atirei sobre Carlos, cravando-lhe a lâmina do peito, empurrando-a até ver a ponta do outro lado do corpo do maldito. Os amigos fugiram como gatos acuados, com o rabo entre as pernas, enquanto Carlos uivava de dor. Após alguns segundos, que para mim pareceram eternidade, eu puxei a lâmina novamente. Algo que se antes era espelhado agora era carmesim.
O desgraçado caiu no chão com um baque surdo, olhos sem brilho e a boca entreaberta, ou seja, morto. Porém não tive tempo para observar aquela cena que me iluminava os olhos, pois estava ocupada demais em correr Rafael, só que era tarde demais. O mesmo se encontrava caído no chão com o corpo todo ensangüentado e gemendo baixinho.

Eu mais do que depressa fui ao seu encontro e abracei o corpo quase inerte de modo desajeitado, pousando sua cabeça em meu colo enquanto sussurrava ao seu pé do ouvido que estava tudo bem. Ele me olhou com os olhos trêmulos que já começavam a perder o brilho e tentou sorrir-me de um modo acalentador, o que não fora algo muito bem sucedido. Começou a falar com dificuldade, a voz rouca e trêmula, três palavras que fizeram meu coração tremer, essas foram: “Eu te amo”. Incrédula o fitei nos olhos e ele apenas se deu ao trabalho de sorrir levantando o braço com o intuito de me acariciar o rosto de leve, ao sentir o toque fechei os olhos. Senti que o mesmo queria falar algo mais e o olhei novamente, as forças lhe faltaram e seu corpo faleceu, fazendo com que o braço que estava levantado caísse no chão pesadamente. Naquela hora, o céu chorou sobre nós.

“And the sun was wondering if it should stay away for a
day until the feeling went away”

“E o sol estava se perguntando se deveria se afastar por um dia
Até o sentimento ir embora”

Mais uma vez fiquei ali chorando sobre outro corpo morto, desta vez os pingos da chuva me acariciava a pele de um modo que eu achei que fosse até para tentar me confortar. A polícia não tardou, porém mesmo com os poucos minutos sucumbi ao desespero, beijando a face falecia de forma ávida, querendo talvez transferir um pouco de vida de um corpo para o outro.

Os dias que se passaram depois daquele acontecimento não foram dos melhores devido ao fato de ter tido os processos, enterros e etc.. Foram dias duros para mim e tudo àquilo só fez com que a minha situação piorasse, fazendo com que tivesse pesadelos ainda piores à noite. Pesadelos cheios de sangue e rostos de angustia, àquilo me fazia bem, eu ria dentro de meus sonhos e era eu quem fazia tamanhos estragos.

Várias vezes tentei cortar os pulsos apenas para ter o prazer de ver sangue jorrar. Consegui fazer com que vários psicólogos saíssem do ramo apenas com meus comentários, e alguns chegaram até mesmo a me recomendarem psiquiatras.

Depois de alguns meses o processo teve fim e eu fui livrada de qualquer e total culpa que pudesse me acusar, tinha matado uma pessoa naquele dia sim, porém em legitima defesa. Os amigos de Carlos foram presos e eu senti que um peso tinha sido retirado das minhas costas.

/Continua
Fiz muita gente chorar nessa parte da história, eu mesmo chorei enquanto escrevia. Espero ter causado o mesmo sentimento entre vocês.
A próxima parte será a última, e esta virá na sexta, já que amanhã, na quinta, eu vou fazer um post para o TDB! =D
Ah, não se esqueçam, link do layout aqui. Por favor, votem!

Pra você que me ama.

Gossip Girl.
Y
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A porta da rua é a serventia da casa

Layout novo (?)

Galera, eu sinto em dizer que hoje (13/01/09) eu não irei postar o conto, mas é por uma boa causa.

Como alguns sabem eu não sou daquela que se contenta fácil, então como a boa futriqueira que sou resouvi continuar olhando os layouts do site PYZAM, e bom, achei três que me deixaram super balanceada em qual escolher ou se mantenho o mesmo.

Aí, eu estava conversando com umas amigas sobre isso no msn, e elas me ajudaram a pensar em criar a enquete (alguns já devem ter visto-a, sorry, fiz na ordem errada).

Então o que eu fiz; eu tirei print de cada um dos layouts e puis aqui, para que vocês possam olhar a foto (é só clicar para amplicar) e votarem na enquete que acaba daqui um mês. A mais votada (seja permanecer com a que está, ou mudar), eu coloco.

Estas são…

– Pink Fashion

– Love

– Roxo Love

A que está usando no layout atual é só vocês olharem para o blog, então não me dei ao trabalho de tirar print.

Quero sabem o que vocês acham! Permaneço com a atual, ou troco por alguma das três?

Pra você que me ama.
Gossip Girl.

Y

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Conto – A Última Noite de Inverno – Parte 3.

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Conto – A Última Noite de Inverno – Parte 3.

"Die… die… die"

“Morrer… Morrer… Morrer”

– A morte é traiçoeira não é papai? – ri rodando o vinho no copo. – A gente nunca sabe quando ela resolve nos pegar, mas dessa vez quem vai pegar alguma coisa sou eu, sabia? É a sua menininha agora é uma mulher esperta e eu vou provar…Soltei a taça no tapete, manchando-o com o vinho e rachando o objeto do mais puro cristal, ri. Olhei para a cor avermelhada e comecei a me recordar do dia da morte do papai.

Era de madrugada e o ultimo dia de inverno, o gelo começava a derreter. Na noite anterior comemorei o dia do meu aniversário junto com meu pai nas montanhas, apenas nós dois. Voltávamos devagar, devido à pista molhada e conversávamos animadamente, porém ele acabou se distraindo justo no momento em que um animal cruzava a pista, eu gritei tentando avisá-lo, só que já era tarde demais.

O carro capotou várias vezes, descendo em uma ribanceira. Eu estava usando o cinto de segurança e no banco de trás, por isso escapei quase que ilesa da situação. Mas, o vidro do carro se partiu com os choques que ele teve no chão, e meu pai que estava no banco da frente acabou por se machucar seriamente. Algumas lâminas fincaram no seu corpo, abrindo suas entranhas e permitindo que o sangue jorrasse sem dó nem piedade. Fiquei por várias horas chorando sobre seu corpo inerte, sem me preocupar se minha roupa estava se sujando de sangue, ou não.

Quando a ambulância chegou eles tentaram nos separar, o corpo já não tinha vida, mas mesmo assim eles nos separaram, eu gritei, chorei e me esperneei só que eles não permitiam que eu ficasse com o homem que mais amava, ao invés disso eles pegaram uma seringa e espetaram no meu braço, eu senti uma picada, e depois, mais nada. Acordei no outro dia em uma cama de hospital gritando, eu queria você papai, porém você não aparecia, você não estava mais conosco, tinha ido embora.

Enquanto eu chorava um dos médicos entrou no quarto junto a uma mulher escancarando a porta com violência. O homem demonstrava preocupação e tentava me acalmar, mas a mulher não, ela ficou o tempo inteiro encostada no batente da porta olhando-me com desdém.

De imediato não a reconheci, mas depois eu me lembrei que era uma parente distante, uma tia que nunca mostrou interesse por mim ou por papai. Quando descobri que ela que iria cuidar de mim, percebi na hora que minha vida nunca mais seria a mesma.

“Flames to dust

Lovers to friends

Why do all good things come to an end?

Flames to dust

Lovers to friends

Why do all good things come to an end?”

“Chamas ao Pó,

Amantes à Amigos,

Porque todas as coisas boas acabam?

Chamas ao Pó,

Amantes à Amigos,

Porque todas as coisas boas acabam?

Todas as noites eu tinha pesadelos estanhos, sonhava com mortes e por incrível que pareça eu ria disto. Minha tia me chamava de louca e os psiquiatras sempre diziam a mesma coisa: eu não tinha superado a morte de meu pai, e isso provavelmente nunca iria acontecer.

Eu tomava remédios controlados, tarja preta mesmo. Os poucos amigos que eu tinha se afastaram de mim fazendo com que os anos passassem em uma lentidão e com um sofrimento que nenhum ser seria capaz de suportar, além de mim. Algumas vezes eu tive crises, tentei matar minha tia com qualquer objeto que aparecesse na minha frente. Ela, por sua vez, tentou me internar em um manicômio gritando e alegando que eu estava doente, que ela não merecia carregar um fardo tão pesado quanto eu.

Os médicos apenas aumentavam as dosagens de meus remédios.

/Continua

E então, o que acharam? Apenas o fim da primeira das 4 mortes… uashausha…
ela tem uma vida meio traumática, que é? u.ú

Que bom que estão gostando, espero mais coments, hein?

ps: eu estou com alguns probleminhas com códigos, não liguem se algo aparecer errado! .-.

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