Raposa Crítica

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Meus crushes masculinos das Séries

"Eu nem preciso ser tão atraente assim, é apenas um bônus."

Se teve um post que foi divertido de fazer foi quando eu apareci com Minhas crushes femininas das séries. A recepção também foi muito legal. Muita gente achou inusitado uma garota falar de mulheres e não de dozomi num post (um dia vocês descobrem que o B no LGBT não é de Biscoito).

É claro que, tendo trago aquele bando de mulherão pra cá, fiquei com vontade de fazer a contrapartida. Mas o tempo passou e eu esqueci. Tudo bem, acontece. Aí eu assisti Defensores esse fim de semana e vi o Luke Cage (SENHOR!!) e lembrei dessa missão. Vamos resolver isso, não é não?

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'O Diabo ataca em Wimbledon' e como o livro ganhou um Grand Slam

Eu adoro O Diabo Veste Prada. Acho que pra quem curte o gênero, o livro é um clássico. Quando fiquei sabendo que um novo livro da Lauren seria lançado pela Record, eu automaticamente o quis. E foi assim que coloquei minhas mãos em O Diabo ataca em Wimbledon.

Divertido, inteligente e foi quase como ler o clássico. Mas isso não é exatamente um ponto positivo. É que é a mesma fórmula em uma história diferente, sabe?

E eu não vou negar que eu não adorei, que eu não amei a Charlie, que não torci por ela, mas… poxa, previsível.

Dessa vez ao invés de estarmos no mundo da moda, estamos no mundo do tênis profissional. Vamos abrir um adendo para dizer: Lauren Weisberger eu lhe venero por conseguir transitar por mundos tão diferentes com tanta fluidez, pois o livro também serve pra nos apresentar bastante para o universo do tênis. Não só sua parte glamourosa, mas as dificuldades e os sacrifícios.

As Coisas que eu Aprendi Depois que eu LI!
A diversidade em 'A longa viagem a um pequeno planeta hostil'
Resenha – Liberte meu Coração

Top Comentarista de Setembro – 2017

Vejo muitos blogs literários fazendo o Top Comentarista em seus respectivos blogs. Acredito que seja uma forma interessante de premiar aqueles que interagem no blog e estão sempre por aqui. Por isso, resolvi começar a fazer também. Essa é a primeira vez e talvez o formato mude durante os meses, ok?

Top Comentarista de Setembro
Em águas Sombrias – Paula Hawkins

Regras

  • Ter endereço de entrega no Brasil;
  • Curtir a fanpage do blog;
  • Curtir o instagram do blog;
  • Comentar em ao menos um post de 2017 (cada comentário vale uma chance de ganhar o sorteio);
  • Serão válidos comentários feitos entre 25/08/2017 a 30/09/2017;
  • Os comentários devem ser coerentes, para indicar que você realmente leu o post. Comentários com menos de 2 linhas ou superficiais serão automaticamente desclassificados.
  • Preencher o formulário a seguir, sendo que existem entradas OBRIGATÓRIAS, que valem UM PONTO cada uma, entradas OPCIONAIS, que valem DOIS PONTOS cada uma, e três entrada DIÁRIA OPCIONAL, que vale DOIS PONTOS a cada dia que você a fizer. Quantos mais pontos você somar, mais chances tem de ser sorteado.
As Coisas que eu Aprendi Depois que eu LI!
A diversidade em 'A longa viagem a um pequeno planeta hostil'
Resenha – Liberte meu Coração

A Sombra do Vento e as coisas que realmente marcam um leitor

Imagem por Mundo Blah

Poucas coisas marcam tanto um leitor como o primeiro livro que realmente abre caminho ao seu coração. É isso que você lê logo no prólogo de A Sombra do Vento, nas suas ultimas linhas. E em seguida tem a certeza de que aquele livro não é um livro qualquer.

Um livro que roda em torno de um outro livro, mas que ao mesmo tempo consegue criar um ambiente de dor e de abandono, mostrar uma cidade que sangra pelo pós-guerra e a vida solitária de um menino que acorda no meio da noite, desesperado, porque não consegue se lembrar mais do rosto da mãe morta.

Cresci no meio de livros, fazendo amigos invisíveis em páginas que se desfaziam em pó e cujo cheiro ainda conservo nas mãos.

— A Sombra do Vento

E assim  Carlos Ruiz Zafón já te prende logo no começo com um enredo que mistura gêneros como o romance de aventuras de Alexandre Dumas, a novela gótica de Edgar Allan Poe e os folhetins amorosos de Victor Hugo.

As Coisas que eu Aprendi Depois que eu LI!
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Resenha – Liberte meu Coração

A melhor pior pessoa do mundo

Imagem por Harumi Hironaka.

Imagem por Harumi Hironaka.

Me peguei consolando meu melhor amigo esses dias porque ele dizia que se sentia péssimo sendo a "pessoa horrível" que ele era. Então parei para me questionar o que é ser uma pessoa horrível.

Dado o contexto da conversa, nesse caso ser uma pessoa horrível era ser aquele tipo de pessoa que se importa mais consigo mesma que com os outros. E pessoas assim são chamadas de horríveis porque terceiros não conseguem suportar a ideia de que você seja mais importante para si mesmo que elas.

Eu sou uma pessoa horrível. E pior, eu sou uma das melhores pessoas horríveis que eu conheço. E eu não vou me importar de ser chamada de horrível enquanto horrível significar ser diferente desse bando de mesquinhos que acha que as pessoas devem girar em torno delas e não conseguem respeitar a individualidade de cada um.

Quando amar se tornou uma maldição
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BEDA: Impressões finais e porquê não valeu a pena
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