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Banco de Séries

Uma das minhas metas do ano era ler mais livros de Neil Gaiman. Apesar de conhecer seus quadrinhos, pouco sabia de seus livros.Dentre todos os seus livros, Deuses Americanos foi o que mais ouvi falar. Eu precisava ler, eles diziam. Contudo, por o livro ter um preço um pouco salgado, posterguei a compra até o dia que fiquei sabendo da série. E Deuses Americanos é um livro estranho. É um livro muito bom, mas é um livro estranho. E, talvez exatamente por isso, nestes dois primeiros episódios da série lançada pela

Ontem a Netflix finalmente soltou a segunda temporada de Sense8 e o fandom foi à loucura. Maratonei com meus amigos no mesmo dia e estamos tremendo. Colega, sentimos o impacto. Que sensacional. Sendo uma das minhas séries favoritas, me senti na obrigação de tentar te convencer a amar também. 1. A série é totalmente sobre empatia O conceito de ser um sensate é exatamente ter um grupo que sente absolutamente tudo que você. A série é totalmente sobre relações intrapessoais e se conectar com outra pessoa. Medo. Amor. Prazer. Tristeza. Tudo aquilo

Você já imaginou acabar com a sua vida? Considerou-se capaz de listar todos os motivos para fazê-lo? Já se desesperou por ser incapaz de sentir qualquer coisa? Ou até mesmo questionou qual o objetivo da sua existência? Eu já. Raiva. Desespero. Dor. E então um grande nada. É como se no meio de todo o turbilhão você tivesse chego em um grande lago de água parada. Você sente a pressão nos seus ouvidos e tudo que escuta parece muito distante. É como se tivesse correntes amarradas nos seus pés te puxando

Westworld caiu no meu colo por acaso, enquanto procurava na TV algo para assistir. A nova série de ficção científica da HBO, que estreou dia 02 de outubro, tem uma proposta perturbadora. Ambientada num parque temático adulto de faroeste chamado Westworld, a história é baseada no filme de 1973 Westworld – Onde ninguém tem alma. Este parque temático funciona como um universo paralelo habitado por robôs que não fazem ideia da natureza de sua realidade e seguem a vida como se fossem humanos reais, nesta pequena cidade eles servem como “anfitriões”