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Opinião

Relações intrapessoais são um negócio bizarro. Tem gente que gostamos, que não gostamos e aquelas que não fazem diferença na nossa vida. Esse post é para você, que não se importa. Que até convive com a pessoa e tal, mas não faz nenhuma diferença. Sai. Desaparece. Pra quê você tá aí fazendo o outro perder seu tempo? Ela tava ali, achando que é sua amiga. Achando que alguma coisa está sendo construída. Algum tipo de relação. Mas não, não tem nada. Porque você não dá a mínima. Se ela tá ali ou não tá,

Vou te falar uma coisa muito séria: autoestima é construída, e é um castelo muito frágil. Quando a gente cresce sendo tratado mal por conta da aparência, por não se encaixar num determinado padrão, esse castelo não passa de um terreno cheio de mato. Você consegue se olhar no espelho e se sentir gorda e horrível pesando 50kg. Por consequência, a gente se enfia numa série de relacionamentos abusivos com caras que não nos respeitam, porque a gente não se respeita também. Na nossa cabeça a gente tem é sorte

Me peguei consolando meu melhor amigo esses dias porque ele dizia que se sentia péssimo sendo a “pessoa horrível” que ele era. Então parei para me questionar o que é ser uma pessoa horrível. Dado o contexto da conversa, nesse caso ser uma pessoa horrível era ser aquele tipo de pessoa que se importa mais consigo mesma que com os outros. E pessoas assim são chamadas de horríveis porque terceiros não conseguem suportar a ideia de que você seja mais importante para si mesmo que elas. Eu sou uma pessoa

Amo meu blog, eu amo escrever aqui e amo esse espaço. Acredito que isso nunca tenha sido segredo para ninguém, mas vez ou outra eu vejo um padrão se repetindo: eu estabeleço um nicho, aí meus gostos mudam, e de repente eu me limitei tanto que o que eu quero e tenho para falar já não cabe aqui. Afinal, o que meus leitores de literatura e artigos de opinião vão querer ver resenha de jogos, e os desenhos que eu costumo assistir ou os quadrinhos que leio? Houve dias que

À não tanto tempo atrás, talvez dois ou três anos, tive contato com o livro Porque os homens fazem sexo e as mulheres fazem amor? E, apesar das contradições com o que acontece atualmente, peguei a primeira base da diferença entre homens e mulheres, tanto afetivamente como fisiologicamente. Lá, o álibi masculino para sua falta de fidelidade é dada pela herança primitiva, lá da época dos Hominídeos mesmo, onde a necessidade de reprodução para a perpetuação da espécie não permitia que o próprio fosse fiel à uma única fêmea. Já